sábado, 17 de maio de 2008

Flagrantes do Rancho do Neco: neste domingo tem mais...
















Estas fotos são do Rancho do Neco no domingo passado. Neste domingo tem mais. Além da rede de músicos de primeira que sempre tocam e dão canja por lá, vai ter o Grupo "Feijoada Completa" dando show de MPB e samba raiz.


Nas fotos: Neco, Haine, reizinho e grupo;
Joana e Carol; Neco e Juju.
Não sabe onde fica? Na ponta do Sambaqui, não tem? Vai toda vida pela estrada de Santo Antônio de Lisboa, passa pelos restaurantes do Sambaqui e no final , onde o ônibus faz a volta, depois do restaurante Pitangueiras, tem uns ranchos de pescador, não tem? é ali, naquela muvuca ...
Todo domingo das 19 h às 24h ...
Não entendeu?
Pergunta prá Carol: f:48-99826309

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Instituto Ecosul celebra parceria com a Fundação Roberto Marinho


O Instituto Ambiental Ecosul celebrou parceria com a Fundação Roberto Marinho e no dia 14 de maio recebeu das mãos de Zilda Piovesan, Coordenadora de Mobilização Comunitária do Canal Futura para a região sul, o kit “Maleta Futura”. A maleta contém livros, revistas, folders, DVDs e outros materiais elaborados pelo Canal Futura; pelas organizações Globo e organizações parceiras, como as Fundações Boticário e Bradesco. Estes materiais irão incrementar os projetos educativos e sócio-ambientais que instituto desenvolve em Santa Catarina. O Ecosul poderá também indicar outras organizações parceiras para disporem do acervo, além de fornecer e recomendar material para compor a maleta e para temas dos programas do Canal Futura, entre outros benefícios estabelecidos pela parceria.

Denise de Castro e grupo no Café dos Araças neste sábado


Denise de Castro, pianista, cantora e compositora apresenta um show aonde conta a história da Bossa Nova, na comemoração dos 50 anos do movimento musical que viria a modificar profundamente a música popular brasileira. Além do piano e voz, o show conta com Silvia Beraldo (sax e flauta), Alexandre Vicente (contrabaixo) e Victor Bub (bateria). Balanço da Bossa, arranjos exclusivos que valorizam a performance de cada músico.


Show Balanço da Bossa

Dia 17/05-sábado-22:00h

Café dos Araçás

Rua Manoel Severino de Oliveira, 19- Lagoa da Conceição

Informações: (48) 3232 1101 /8411-1101

Couvert: R$ 10,00

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Elias Marujo - Uma rosa no meu Jardim.











Show de divulgação do CD do Seu Elias Marujo. Não percam!

LOCAL: TEATRO ALVARO DE CARVALHO - FLORIANÓPOLIS

DATA: 16/05/2008
HORA: 21:00h
INGRESSOS: R$10,00 Adulto e R$5,00 para estudante
Vendas do CD no local.

O SHOW de divulgação do CD "Uma Rosa no Meu Jardim".
Veja mais no site:

www.eliasmarujo.mus.br/

Elias marujo é um compositor de 75 anos de idade, dos quais, 38 anos em Florianópolis vem disponibilizando seu tempo exclusivamente para composição de samba.
Sua discografia inicia-se em 1986 gravando o samba enredo da Escola Unidos da Coloninha "Apostando e Jogando no Samba", em 1987 gravou samba de quadra "Chora, Chora" pela Coloninha, 1988 gravou pela Consulado "Falso Honesto" e o samba "Simplesmente Carnaval", 1989 gravou pela Consulado o samba enredo "Moro no Mundo e Passeio em Casa", 1991 grava três sambas no disco da cantora Maria Helena "Deixe a Porta Aberta", 1992 grava samba enredo da Consulado "Vôo Noturno" , 1995 participou do projeto do músico Laurinho Bandeira onde gravou quatro sambas em Viena na Áustria, 1996 gravou no Rio de janeiro o samba "Não Somos Ninguém" , 1997 gravou faixa no projeto Floripagode e vem apresentando trabalhos ao grupo de pagode Contrato de Risco de Porto Alegre como as composições "Um Elo de Amor" e "Falcatrua".
O CD: Elias Marujo- uma rosa no meu jardim
Produzido por Leleco Lemos e Ivan Schmidt, gravado no estúdio Pimenta do Reino na cidade de Florianópolis. Doze faixas compõem o CD: Piada de Salão, Particologia, Pagode da Rabada, Tons e Sons, Deixe que Te Ame, Amar é Bom, Luz da Minha Mente, O Samba não é de Giz, Uma Rosa no Meu Jardim, Sem se Perder, Caminho Esmo e Clemência.
O CD tem o título Elias Marujo – Uma Rosa no Meu Jardim e conta com as parcerias dos compositores: Júlio César, Oswaldo Barba , Zeca Swinguinho, Renato Demétrio, Raulino, Edney Marins, André Vilela, Lourenço Martins, Marcio Martins, Mato Grosso, Cláudio Caldas, Edu Aguiar e Vicente Marinheiro.. Assina os arranjos e produção musical Wagner Segura e co-produção Daniel Aranha os interpretes convidados são: Marcio Martins, David, Maria Helena, Raquel, Jeisson Dias, Júlio César, Marquinhos, Leleco Lemos e Cláudio Caldas. O CD conta com as participações especiais de Luiz Meira, Jeovanny de Luch, Gilson Duarte e Jaimenson Fortini.



























domingo, 11 de maio de 2008

O caos do Largo da Alfandega neste sábado


Flagrante fotográfico e comentário do amigo Paulo Roberto:

Está cada vez mais difícil passar pelo Largo da Alfândega, virou estacionamento para cada um que monta uma barraquinha. Interessante isso, pois todos que trabalham no Centro pagam estacionamento ou vão de ônibus, por que o privilégio? Que bagunça está a nossa cidade. Observem que quase não tem mais lugar para as pessoas. Dizem ainda que Florianópolis é uma cidade turística, que prima a qualidade de vida.

Paulo Roberto

Artigo: Olhos de Pus

OLHOS DE PUS
Raul Longo
Em menos de um mês rascaram as cascas das piores feridas do Brasil. Aliás, o país nunca soube tratá-las devidamente. Achamos que quaisquer produtos de propaganda e farmácia vão sarar as profundas feridas que abrimos ao longo de nossa imprevidente história. Colocamos ali um mercúrio-cromo, ou mertiolato, e cobrimos com um band-aid cor da pele, pra ninguém notar. Não adianta! Por sob a casca da ferida, sempre se esconde a progressão da infecção que será ainda mais nociva do que o machucado em si. É preciso paciência, e vamos por capítulos. Ou pelas três ulcerações abertas só neste último mês:
CANCRO I
Ridícula isso de em tudo se tomar os Estados Unidos como modelo, para traçar comparações. Coisa de colonizado! No entanto, aqui é recomendável para melhor demonstrar como, apesar de uma sociedade extremamente descartável, consumista, e alienada, ali se cuida melhor da evolução histórica e social. Na questão indígena, por exemplo, não só o governo, como inclusive as mais altas patentes do exército norte-americano reconhecem as grandes traições àqueles povos, em que se constituíram cada um dos tratados assinados pelos “Grande-Pai dos brancos”, conforme eram chamados pelos índios os presidentes do país. Escritores e intelectuais abordam o tema com rigorosidade aos fatos, que são versados ao cinema para conhecimento popular. No Brasil, onde se assinou o primeiro Tratado de Paz das Américas, na praia de Iperoigue, durante a Confederação dos Tamoios, ainda tratamos os índios como feras e Anchieta como santo, apesar de terem sido os brancos que traíram o acordo exterminando os tupinambás. Até o nome da localização de tal marco histórico se vulgarizou em praia do Cruzeiro. Ainda recente, em 1980, censurou-se a exibição de documentários como “Terra dos Índios” de Zelito Viana, e “Raoni” (nomeado ao Oscar em 79) de Jean-Pierre Dutilleux e Luiz Carlos Saldanha, entre outros programados para a Semana do Índio em Mato Grosso do Sul. Naquele evento, com muito esforço, ao menos se conseguiu a participação do Prof. Darcy Ribeiro, recém retornado do exílio imposto pela ditadura militar. Não é a toa que o General Heleno (já popularizado como Heleno de Tróia) meteu a unha na ferida, vindo a público declarar que nossas fronteiras estarão ameaçadas se as entregarmos aos índios, ao invés de arrozeiros do Rio Grande do Sul. O General Heleno não conhece a história do país. Se a conhecesse, saberia que isso que nos contam nos bancos escolares, de que devemos nossas dimensões continentais aos bandeirantes, é balela sem fundamento. Bandeirantes, assim como os arrozeiros que foram para Roraima, nunca tiveram nenhum outro objetivo além da exploração da mão-de-obra barata ou escrava e do lucro imediato. Ontem por minérios preciosos, hoje por pastos e cereais, ninguém adentrou as lonjuras sertanejas pensando na grandiosidade de país algum, ou em defesa de outros interesses que não fossem os próprios e individuais. Os tantos vilarejos fundados nos interiores do país, só se mantiveram pelo aguerrido povo indígena que defenderam os poucos missionários catequistas e um ou outro branco degredado do convívio social urbano, e ali abandonado pelos tais heróicos bandeirantes. Quem imagina o Heleno de Tróia que defendeu as fronteiras de Roraima antes dos arrozeiros? O exército? Se conhecesse ou admitisse a história e a realidade de sua instituição, Heleno saberia que nunca tivemos contingente para garantir nossas tão amplas extensões de inóspita e selvagem natureza. Elas se mantêm inalteradas desde o Império, exatamente pelos povos capazes de sobreviver naquelas condições ambientais: os índios. E como correspondemos? Em abril comemoramos o dia do índio. Vez por outra se incluí um personagem dessa etnia em alguma telenovela, ou se fantasia uma corista de programa de auditório batizando-a com nome de personagem de José de Alencar. E pronto! Saímos garantindo ao mundo que somos uma democracia racial. Puro band-aid! E ainda vem um juiz de Supremo Tribunal a corroborar com a leviandade do Heleno, sugerindo que chegaremos a devolver o Rio de Janeiro ao Araribóia. É o pus. O sintoma da infecção que se alastra por baixo da ferida mal tratada.
CANCRO II
Nem bem a água oxigenada ferveu sobre o caldo de bactérias de interesses contrários aos dos brasileiros, e já um professor da Bahia nos vem cutucar outra chaga histórica, arrolando o QI do povo baiano como álibi à sua própria incompetência. E, ainda pior (se é que dá para ser pior do que os demais!) esse é da área de saúde. Ignorará também que a medicina baiana já formou muitos cientistas de renome internacional, e se fez referência nacional em diversas especialidades? Mas o coordenador reprovado no ENADE escarafunchou outra dolorosa ferida brasileira: o racismo. Sob a finíssima casca de sua privilegiada condição social e conhecimentos atestados por vistosos e emoldurados diplomas, faz referências ao Olodum e ao berimbau, dois ícones da nossa cultura popular, comprovando também em si o pus dessa infecção. Apesar de considerados mais racistas, os norte-americanos vem tratando suas feridas de preconceitos aos afro-descendentes com muito maior efetividade, através de todos os meios de conscientização social. Aqui ficamos no faz-de-conta das telenovelas, onde negros têm iguais oportunidades a dos brancos para ficarem ricos e morar longe das favelas. Se não isso, esfolam sambas e cavaquinhos em pagodes paulistas, num linchamento à própria cultura incentivado pelas produtoras fonográficas e os meios de divulgação.
CANCRO III
Pois na semana seguinte a exposição do cancro racista, chega à vez de um senador da república. Cargo criado na antiguidade, Senadores foram os representantes máximos dos cidadãos de Roma. Por sua sabedoria e senso de justiça, um Senador era o único com condições de questionar as determinações dos imperadores. Com o decorrer da história, já na antiga Roma os Senadores se degradaram, mas ainda hoje, na maioria das nações ocidentais onde o cargo persiste, são considerados os principais pilares da democracia. Razão por deles se exigir, em todo país politicamente orientado por este regime, que sejam dignos e sábios. Exemplos de bom-senso e, sobretudo, convicção democrática. Mas foi um senador norte-americano, Joseph Raymond MacCarthy [1909-1957], quem promoveu o que se considera como o maior atentado a liberdade de expressão no país. Tão ridicularizado quanto os tratados de paz com os indígenas, e o desrespeito aos direitos civis dos cidadãos afro-descentes, MacCarthy tornou-se significado de estupidez da intolerância, criando-se até o verbete macarthismo apontado em dicionários de diversos idiomas, inclusive nos de português do Brasil. No Brasil, mais preocupados em maquiar do em curar nossas feridas, aprofundamos e alastramos as infecções sem nunca curá-las. Assim é com a questão indígena, como demonstrou o General Heleno e o juiz Aurélio de Mello; assim é com o racismo aos afro-descendentes, como esclareceu o Antônio Malta; e assim também é o que ocorre com os crimes da ditadura militar, mantida politicamente pelos da ARENA. Erros políticos todos cometeram e se comete em regimes de exceção. Muitos daqueles que na época lutaram contra a ditadura, hoje reconhecem não terem escolhido a melhor forma de embate quando optaram pela luta armada. A própria Ministra Dilma Roussef, reiterada e publicamente já fez esse reconhecimento. O problema é que saímos da ditadura sob uma maquiagem de democracia, primeiro interpretada pelo ex-presidente da ARENA, José Sarney (que ao menos emigrou para o partido oposicionista do regime militar: o MDB, já então transformado em PMDB). Para substituir Sarney, votamos em um produto promovido pelos mesmos promotores da ditadura: Organizações Globo, O Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, Editora Abril, etc. De Collor de Melo caímos em FHC, que se anunciava exilado pela ditadura, mas tão logo eleito traí o próprio passado aliando-se aos mais radicais apoiadores da ditadura, agora congregados na sigla DEM, ex-PFL, em substituição à antiga ARENA, que vinha da UDN, uma seqüência do PRB que, entre a Proclamação da República de Deodoro da Fonseca, até o Estado Novo de Getúlio Vargas, promoveu a política coronelista dos oligarcas latifundiários. Vez por outra a Globo prega lá um band-aid para esconder as profundas feridas da ditadura, escondendo em mal contados capítulos de seriados e novelas sua ativa participação e promoção daquele regime; assim como omitiu de seus noticiários as multidões que marcharam por todo país pedindo pelo fim da ditadura no Movimento das Diretas Já, aos gritos de “Fora Globo, que o povo não é bobo”. Assim como nenhum político do PFL jamais fez reconhecimento dos malefícios econômicos, sociais, e humanos provocados pela ditadura que representaram. Apesar de apontar a si mesmo como socialista, FHC jamais exigiu que seus aliados assumissem real compromisso e comportamento democrático. Pelo contrário! Assistimos violações de painéis eletrônicos no congresso e acompanhamos declarações de evidente cunho racista, quando não perigosamente próximas a orientações típicas de regimes nazistas, mas jamais soubemos que FHC ou quaisquer das lideranças do PSDB tenham advertido seus aliados, ao menos pedido maior moderação democrática. O que temos testemunhado, cada vez mais, é o afastamento de antigos líderes e integrantes do PSDB, mais identificados com a democracia. Já é tão sensível a desilusão com as orientações do partido, que muitos evitam se intitular tucanos. Ou, como há pouco um conhecido explicou-me seu eminente desligamento do PSDB: “- Sou tucano, não urubu.” Não cometerei a leviandade de declinar o nome do autor da sintomática declaração, assunto pessoal de uma personalidade conhecida em diversos estados, mas posso revelar ter apontado como principal motivo de sua indisposição a permanência de certos nomes que formam o atual quadro do partido, notadamente os senadores Arthur Virgílio e Álvaro Dias; além de alianças que considera inaceitáveis pelo que chama de razões históricas. O senador do DEM, Agripino Maia, questionou Dilma Roussef por ter mentido sob tortura ao longo de 3 anos de cárcere. Na voz embargada da Ministra, se conteve a dor dessa velha ferida, mas não foi apenas nela que doeu a lembrança do senador. Inadvertidamente, o petulante levantou a casca da ferida de todo o país, e, além disso, expôs de forma inequívoca a maquiagem de seus aliados do PSDB. Ora! Não dá mais para disfarçar e continuar enganando os esquecidos. Não tem como alguém dizer que se aliou aos fascistas, mas não é fascista. Aliou-se aos nazistas, mas nunca foi nazista. Se não foi e não é, mantêm a aliança por quê? E não venham com desculpas de governabilidade, pois além de não ser o caso, visto não serem governo, qual a representatividade do DEM (popularmente conhecido como DEMo) em votos? Até quando o Brasil continuará disfarçando suas feridas? Maquiando? Até quando o PSDB se sujeitará a ser uma bandagem para encobrir seus aliados, permitindo que os do PFL, DEM ou DEMo, se disfarcem de democráticos? A estupidez, própria dos prepotentes, provocou a indignação da Ministra que, desabituada das hipocrisias parlamentares, não teve qualquer receio de arrancar a casca e demonstrar a real putrefação sob a empoada bandagem da figura do senador. Prosaica figura de moleque tomando pito. Sem onde enfiar a cara: apenas os olhos piscando. Por um resquício de vergonha, como a que acomete alguns amigos ainda tucanos? Há quem não acredite nessa possibilidade entre os do DEM, sugerindo ser o efeito do purgar de uma crônica conjuntivite mal curada. É o mal do país. E será, até que se escreva o capítulo final dessa histórica putrescente.
Raul Longo
Pouso da Poesia
e-mail: pousopoesia@gmail.com
Ponta do Sambaqui, 2886
88051-001 -
Floripa/SC
Tel: (048) 3335-0047

Engenheiros do Hawaii e Dazaranha na BIG FEST neste fim de semana


A BIGFEST está agitando a Grande Florianópolis entre os dias 09 e 18 de maio. Inúmeras atrações, shows nacionais e locais estão agitando a 12ª BIGFEST, evento em comemoração aos 175 anos de emancipação política de Biguaçu, que ocorre entre os dias 09 e 18 de maio, no CTG Sela de Prata, no bairro Fundos. Para a festa, a Comissão Organizadora está disponibilizando aos visitantes uma ótima estrutura. Estão programados rodeio crioulo, exposições, concursos, vasta gastronomia, show pirotécnico, bailes e parque de diversões.

Destaco dois shows:

10/05- (Sábado) 23:30h- Show Nacional com Engenheiros do Hawaii – e aproveite e veja a 1h da madrugada o Baile Show com Elton Saldanha.
11/05- (Domingo) 21:30 h– Show com o Grupo Dazaranha

Tem muito mais com músicas em estilos bem variados:
Confira a programação da 12ª BIGFEST


Marcio Vieira de Souza