quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

MOBILIZAÇÃO EM DEFESA DO PARQUE DA SERRA DO TABULEIRO

Por Sérgio Luís Boeira
Faz-se necessário que a sociedade civil catarinense tome uma iniciativa em defesa do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, que vem sendo objeto de negociata do poder executivo estadual (Governo Luiz Henrique da Silveira) e de setores da Assembleia Legislativa de Santa Catarina. Esta aprovou no dia 16 de dezembro (ver notícia abaixo deste texto), sob regime de urgência, um projeto de lei que reavalia e redefine os limites do Parte, instituindo um Mosaico de Unidades de Conservação -- sem considerar pareceres de órgãos ambientais como Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema), Fatma e Secretaria de Desenvolvimento Sustentável, sem considerar os trabalhos do Fórum Parlamentar do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro (mais de 100 reuniões em 3 anos, com participação de dois mil cidadãos). A luta pela preservação do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro (PEST) é antiga. Já em meados da década de 1980 o Movimento Ecológico Livre (MEL), de Florianópolis, promovia debates públicos e manifestações na imprensa em defesa do maior parque estadual entre os parques estaduais do Brasil. O debate atual permite um avanço na compreensão pública quanto à necessidade de preservar essa área, que é considerada Reserva da Biosfera pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). No dia anterior ao da aprovação do referido projeto, a APREMAVI (Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida) reproduziu em seu website <http://www.apremavi.org.br/ > um artigo do jornalista Marcos Sá Corrêa
< http://www.apremavi.org.br/noticias/clipping/478/pior-do-que-a-chuva-e-o-mandachuva >, além de divulgar em anexo documentos com pareceres da FATMA (Fundação do Meio Ambiente - diretoria de proteção de ecossistemas e procuradoria jurídica), contrários ao projeto de lei 0347.3/2008, que também está em anexo junto ao artigo reproduzido no website. Para mais detalhes é fundamental consultar tais documentos, que mostram a gravidade e a complexidade do caso. Em um dos trechos do seu artigo, Marcos Sá Corrêa diz o seguinte: o projeto "propõe, sem tirar nem pôr, o desmonte do parque, dissolvendo-o no Mosaico de Unidades de Conservação na Serra do Tabuleiro e no Maciambu. Muda-o de categoria, rebaixano-o a Áreas de Proteção Ambiental – e as APAs, como se sabe, são o regime mais frouxo previsto pelas leis ambientais. Cabem até favelas, fábricas e eucaliptais nessas áreas. Enfim, entraga-o aos cuidados das prefeituras que tradicionalmente lhe são hostis". Em comentário ao artigo, um dos mais destacados estudiosos ambientalistas de Santa Catarina, Lauro Eduardo Bacca, manifesta sua plena concordância com o articulista e acrescenta que, "com mais este projeto de Lei, Santa Catarina envergonha-se de ser forte candidata a segurar a lanterninha de desenvolvimento ambiental do Brasil". Em comentário que fiz ao mesmo artigo, escrevi que "A FATMA precisa de mais recursos para tornar efetiva a gestão sustentável do parque e o governo do Estado não pode continuar omisso. A gestão sustentável do PEST requer cumprimento das diretrizes já definidas pela FATMA e maior participação civil, além de compartilhamento de responsabilidades entre órgãos públicos municipais, estaduais e federais. A luta pela preservação do PEST é também internacional, já que, conforme disse anteriormente, a área é considerada Reserva da Biosfera pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO)". A FATMA propõe a "extinção de artigos do Decreto Estadual Nº 14.250/81, que trata das Áreas de Proteção Especial (APE) de parques estaduais, estações ecológicas e reservas biológicas" e a atualização da lei, visando evitar conflitos desnecessários com residentes em áreas situadas fora do parque, ainda que próximas ao mesmo. Mas na votação da Assembléia Legislativa, sob regime de urgência, ao final do ano, órgãos públicos como a FATMA, o CONSEMA, a Secretaria de Desenvolvimento Sustentável e o Fórum Parlamentar da Serra do Tabuleiro foram solenemente ignorados.

Coisa da Antiga no Varanda´s

Neste sábado, dia 10 de janeiro, o Trio Coisa da Antiga estará no Varandas. A apresentação inicia-se às 21:30 hs.
O Grupo é formado por Chico Neis (violão e voz), Gabriela Flor (percussão e voz) e Jorge Pinto (marcação, harmônica e voz). No repertório, sambas das décadas de 30, 40, 50, incluindo compositores como Ataulfo Alves, Assis Valente, Geraldo Pereira, Noel Rosa, Wilson Batista, Paulinho da Viola, entre outros.
Para os que ainda não conhecem a casa, o Varandas Bar fica na Av. das Rendeiras, 492 – Lagoa da Conceição.
Informações e Reservas pelo telefone: (48) 9933-3353.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Destino certo para pilhas, baterias e lâmpadas fluorescentes na Grande Florianópolis


Campanha de Responsabilidade Social lançada pela Unimed Grande Florianópolis busca amenizar os impactos de produto tóxicos no meio ambiente
Lâmpadas fluorescentes, baterias e pilhas são produtos altamente tóxicos por possuírem em sua composição chumbo, mercúrio e cádmio. Se descartados em locais inapropriados, esses metais pesados podem contaminar o solo, os cursos dágua e até os lençóis freáticos. Para amenizar essa contaminação, a Unimed Grande Florianópolis colocou em prática o Projeto de Coleta e Reciclagem de Pilhas, Baterias de Celulares e Lâmpadas Fluorescentes. A iniciativa surgiu devido a procura dos colaboradores que não tinham onde depositar as pilhas e baterias de celular. Para que esses produtos não sejam deixados em casa ou jogados em qualquer local vamos recolher e dar um destino correto a eles, explica a coordenadora do projeto, Cleci Albiero. Esse projeto faz parte da Política de Responsabilidade Sócial e ambiental da Cooperativa e é destinado para colaboradores, cooperados e clientes.
Lixeiras especiais foram instaladas na sede da Cooperativa - Rua Dib Mussi, no NAS Centro e Kobrasol, na recepção do Intercâmbio - Av. Rio Branco, e Espaço Unimed do Shopping Iguatemi em Florianópolis.
Mais informações na Unimed Florianópolis

domingo, 4 de janeiro de 2009

BAR do Tião: projeto de lei propõe tombamento



O Bar do Tião está sendo tombado como Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural de Florianópolis.Um projeto de lei, de autoria do vereador Márcio de Souza, foi protocolado no segundo semestre de 2008, na Câmara Municipal, instituindo o tombamento. O ato de tombamento significa um conjunto de ações realizadas pelo poder público com o objetivo de preservar, através da aplicação de legislação específica, bens de valor histórico, cultural, arquitetônico, ambiental e, também, de valor afetivo para a população, impedindo que venham a ser destruídos ou descaracterizados.
O espaço do Bar do Tião está instalado no Monte Verde, no terreno da residência que um dia foi morada do Senhor João Batista de Almeida, o Seu Tião, já falecido.
Pequeno, mas aconchegante, o bar foi ampliado algumas vezes, desde a fundação, para abrigar a quantidade de freqüentadores, cada vez maior, até alcançar o tamanho atual.
Considerado um dos principais redutos de samba da cidade, o Bar do Tião é, também, referência nacional do estilo musical. O repertório gira em torno de Chico Buarque, Geraldo Pereira, Cartola, Lupicínio Rodrigues, além de prestigiar composições de compositores locais como o próprio Tião, Rolando Mello, Reizinho, Jeisson Dias e Neco. Por certo, quase todos os sambistas, chorões e seresteiros de Florianópolis já passaram pelo Bar do Tião. É uma referência a todos aqueles que hoje alegram as noites de nossa cidade turística.
O tombamento objetiva garantir a continuidade do funcionamento daquele valoroso espaço de formação, apreciação e reprodução artística, por intermédio da música, como também permite assegurar a existência de um dos locais mais destacados de convivência social da cidade.O tombamento visa, igualmente, zelar pela história da música e dos músicos de Florianópolis, intimamente relacionados com a vida de João Batista de Almeida, o Seu Tião.
fonte:Gabinete do mandato do vereador Marcio Souza (PT).

Campanha pelo cessarfogo em Gaza e ato em Floripa





Oi, acabamos de tomar conhecimento desta campanha emergencial pedindo o cessar−fogo imediato em Gaza. Trezentas e setenta pessoas já foram mortas nesse conflito em escalada. Chegou a hora de exigir que os líderes mundiais acabem com a espiral da violência que tem caracterizado o conflito entre Israel e Palestina. Em 2009, vamos fazer pressão para que se possa chegar à paz real no conflito entre Israel e Palestina. Para saber mais informações e se mobilizar, leia o e−mail abaixo:


Caros amigos,
Ao observarmos o massacre de Gaza com horror e assustados com a rápida e descontrolada espiral da crise, uma coisa é certa: essa violência só causará mais sofrimento entre os civis e uma escalada do conflito.
É preciso encontrar outra solução. Até agora, mais de 370 pessoas já morreram e outras centenas foram feridas. Pela primeira vez, os mísseis estão atingindo a cidade de Ashdod, no interior de Israel, e ambos os lados do conflito estão se mobilizando para uma invasão. Começou uma reação mundial, mas será preciso mais do que palavras: não haverá o fim da violência imediata, nem a garantia de paz geral sem uma firme mobilização da comunidade internacional.
Estamos lançando hoje uma campanha emergencial que será entregue ao Conselho de Segurança da ONU e às principais potências mundiais, pedindo medidas para garantir o cessar−fogo imediato, atenção à escalada dessa crise humanitária e providências para que se possa chegar à paz real e duradoura na região.1 Siga o link abaixo agora mesmo para assinar o abaixo−assinado emergencial e enviá−lo a todas as pessoas que você conhece:
http://www.avaaz.org/po/gaza_time_for_peace/98.php?cl_tf_sign=1
Após oito ou mais anos de diplomacia americana e internacional sem resultados, que levaram ao dia mais sangrento de Gaza já registrado pela memória recente, precisamos levantar um protesto mundial exigindo que os líderes mundiais façam mais do que emitir declarações, para que possam garantir a paz nessa região. A ONU, a União Européia, a Liga Árabe e os EUA devem agir juntos para garantir um cessar−fogo, inclusive dando fim aos ataques de mísseis em Israel e abrindo os pontos de travessia de fronteiras para obtenção de combustíveis, alimentos, medicamentos e outras remessas de ajuda humanitária.
Com a posse do novo presidente americano em menos de um mês, surge uma oportunidade real de reviver os esforços de paz. As recentes hostilidades exigem não apenas um cessar−fogo imediato, como também um compromisso de Obama e outros líderes mundiais de que a resolução do conflito entre Israel e Palestina terá prioridade máxima em suas agendas. Diante do impacto desse conflito contínuo em todo o mundo, isso é o mínimo que devemos exigir.
Em 2006, fizemos uma mobilização pelo cessar−fogo no Líbano. Durante anos, temos trabalhado por uma paz justa e duradoura, publicando outdoors e anúncios em Israel e na Palestina. Agora, entrando no novo ano de 2009, precisamos nos mobilizar novamente para exigir a resolução pacífica e duradoura do conflito, em vez da escalada da violência. Siga este link para incluir seu nome do pedido de paz:
http://www.avaaz.org/po/gaza_time_for_peace/98.php?cl_tf_sign=1
Todos os lados do conflito continuarão a agir assim como antes se acreditarem que o mundo vai permitir que eles continuem com essa postura sem fazer nada para detê−los. Dois mil e nove será um ano em que as coisas poderão ser diferentes. Diante dessa crise e das possibilidades de um novo ano, é hora de exigir o cessar−fogo e trabalharmos juntos para finalmente dar fim a esse ciclo de violência.
Com esperança e determinação,
Brett, Ricken, Alice, Ben, Pascal, Paul, Graziela, Paula, Luis, Iain e toda a equipe da Avaaz

1 Entre as medidas adicionais possíveis estão: uma resolução formal do Conselho de Segurança em vez da emissão de uma declaração à imprensa, como a de 28 de dezembro de 2008; pressão internacional explícita nas esferas pública e privada para que as partes conflitantes acabem com as hostilidades, inclusive elaborando termos claros para a retomada das negociações )ver também este artigo em inglês: http://www.jpost.com/servlet/Satellite?cid=1230456497503&pagename=JPost/JPArticle/ShowFull(; supervisão internacional da fronteira em Rafah; e, com o tempo, uma resolução detalhada do Conselho de Segurança estabelecendo os termos do direito internacional para a paz permanente entre Israel e a Palestina.
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Comentário de Marcio Vieira:

Haverá um ato de solidariedade ao povo palestino no

centro de Florianópolis na próxima terça.

O ATO SERÁ NA ESQUINA DEMOCRÁTICA –

NESTA TERÇA – (DIA 06/01/2009) às 14:00h.

O local anterior (Conselheiro Mafra) se justificava na perspectiva não confirmada de se fechar o comércio da comunidade árabe local. Portanto, o ato se iniciará na Rua Felipe Schmidt, em frente ao Ponto Chic ( Esquina democrática).

Lei de proteção prejudica bioma em Santa Catarina


A paisagem do planalto catarinense e do Vale do Itajaí está mudando. As regiões, que há cerca de dez anos eram repletas de bracatingas, árvore típica dos Estados do sul do país, estão sendo tomadas por plantações de espécies como o pínus e o eucalipto, que podem causar contaminação biológica.
Usada tradicionalmente como fonte de lenha na agricultura familiar -especialmente entre grupos de baixa renda - devido a sua abundância e alta capacidade de regeneração, a bracatinga (Mimosa scabrella) está sendo gradativamente substituída por espécies estranhas ao ecossistema do Estado.
Segundo Lúcia Sevegnani, professora de engenharia ambiental da Universidade Regional de Blumenau, só no planalto catarinense cerca de metade das áreas em que a árvore ocorre - a floresta de araucária ou ombrófila mista, subtipos de mata atlântica - foi tomada por espécies exóticas. Ela e outros pesquisadores afirmam que a legislação sobre o uso da bracatinga tem sido responsável por intensificar a diminuição de suas áreas de ocorrência.
Ela explica que a lei inviabiliza o uso da espécie por parte de agricultores familiares, uma vez que limita a exploração a apenas 40% das árvores presentes na área e impõe uma série de custos e burocracias. A norma à que a professora se refere é a resolução nº 310 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), de julho de 2002.
Letra morta
Pínus e eucalipto vêm ocupando cada vez mais terreno porque são sujeitos a uma regulamentação mais branda e têm custo menor. Para plantar e explorar essas espécies exóticas numa área de até 50 hectares (cerca de 1/3 do parque Ibirapuera), o agricultor só precisa fazer o cadastro ambiental, que custa R$ 55, na Fatma (Fundação do Meio Ambiente), de Santa Catarina. Se quiser explorar bracatinga, terá de gastar cerca de R$ 1.100 pelos papéis para pedir a licença. Além disso, a autorização demora cerca de um mês para sair, contra apenas cinco dias no caso de espécies exóticas.
Arno Arendt, 47, morador de Petrolândia (SC), optou por deixar de cultivar a bracatinga como fonte de lenha há três anos. Produtor de fumo há duas décadas, ele diz ter sido orientado pela empresa fumageira com a qual tem contrato a usar lenha de eucalipto na secagem das folhas de fumo. Hoje, ele mantém apenas 1 hectare dos 5 de bracatinga que possuía.
O técnico agrícola que atende Arendt, Orli Goebel, disse que aconselhou o produtor a não usar a bracatinga por acreditar que ela é uma "mata ilegal", que não pode ser usada.
Além dos pequenos produtores, o ecossistema local também é prejudicado pelo avanço do pínus e do eucalipto. Espécies invasoras são a segunda maior causa de perda de biodiversidade, segundo levantamento do MMA (Ministério do Meio Ambiente), de 2002.
De acordo com Fernando Bechara, professor do curso de engenharia florestal da Universidade Tecnológica do Paraná, essas duas árvores - sobretudo o pínus - dispersam suas sementes com facilidade e reduzem o espaço ocupado por espécies nativas.
"Ecologicamente, uma plantação nativa sempre será muito mais interessante do que uma plantação de exóticas, porque as nativas possuem relações fortes com a fauna, e as exóticas, não." (Fonte: Folha de S. Paulo)
Comentário: ai está uma das explicações para o aumento do uso dessas espécies exóticas que ajudaram a causar os deslizamentos como no Morro do Baú e toda a região do Vale do Itajaí..

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Solidariedade ao sambista Pena Verde



Amigos, passadas as festas de fim de ano, venho solicitar a colaboração de vocês com a ação entre amigos que estamos desenvolvendo em benefício do nosso faixa Pena Verde, ex-relações públicas da Unidos da Coloninha, que encontra-se hospitalizado em tratamento de saúde.

Elaboramos uma rifa de um aparelho de DVD no valor de R$10.00 o bilhete, podendo, é claro, os amigos que desejarem prestar uma colaboração mais expressiva, adquirir dois ou mais números. Também estão disponíveis listas para quem quiser oferecer alguns bilhetes em sua comunidade, grupo de amigos, família, trabalho, enfim.

A corrida é contra o tempo. Precisamos acelerar as vendas em vista do sorteio ser o da extração da Loteria Federal do próximo dia 31 de Janeiro, e estamos falando de mil centenas (de 000 a 999) a serem descarregadas em 40 listas com 25 números cada.

Encabeçam essa ação em termos de divulgação/venda de bilhetes, etc, a jornalista Angela Bastos do Diário Catarinense e Horasc (que já pegou na quarta-feira no mercado comigo três listas), Ricardinho Machado, Dieve Oehme, Miltinho Cunha e Polidoro Junior, todos do Notícias do Dia, e a partir de amanhã esperamos contar com o Cacau, o Fernando Oliveira (Jornal A Fonte), Mario Motta, Evandro Saad e outros amigos da imprensa, sem falar, é claro, dos inúmeros conhecidos do Pena Verde espalhados pela cidade.

São poucas suas chances de recuperação. Seu estado de saúde vem se agravando diariamente e os médicos, pelo silencio, creio eu, estão sinalizando a gravidade e as poucas esperanças.

Ate alguns meses atrás Pena estava entre nós sem qualquer suspeita de doença. Após uma leve dor que persistiu por alguns dias, foi submetido a exames que detectaram câncer em estado adiantado no pâncreas e fígado. Vem suportando a base de morfina e outras drogas.

Quem puder colaborar, por favor, entre em contato aqui mesmo, pelo celular, ou no mercado às sextas à noite e aos sábados ate às 15hs.

O valor arrecadado será depositado em conta que será aberta no início da semana que vem em seu nome, e será destinado ao tratamento de saúde.

Mais informações aqui por email: kiko@floripa.com.br e ou no fone: 48- 96073133.
Kiko Ortiga
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Caro KIKO ORTIGA:
Parabéns pela iniciativa e conte conosco.
Marcio Vieira de Souza e equipe do Blog do MERCADO PÚBLICO DE FLORIPA.
Fotos de Pena Verde no Mercado já publicadas anteriormente em nosso blog.