sábado, 7 de fevereiro de 2009

História do Carnaval de Floripa: Bloco Batuqueiros do Limão














Por Marcio Vieira

Um dos mais antigos e tradicionais Blocos de Carnaval da Ilha de Santa Catarina é o simpático Batuqueiros do Limão, do Bairro Saco dos Limões.
Fundado em 12 de Fevereiro de 1969, portanto há 40 anos alegrando os folguedos de Momo, por um dos maiores carnavalescos que a cidade já teve, Oswaldo Silveira, o Vadicão, tem hoje à frente seu filho Marcos Antônio Silveira, o Marquinho do Cavaco. Este Bloco reflete o espírito do carnaval de Florianópolis, sendo seus componentes em sua grande maioria filhos do bairro Saco dos Limões, com atividades profissionais das mais diversas, desde estudantes, funcionários públicos e profissionais liberais.
Sua história começa nos idos da década de 60, na Rua Belizário Berto Silveira, sob a batuta de Elção, Cido, João Galão, Leleco do seu Valoca, Deni, Marinho, Mamicão, Hamilton, Vadinho, Zéduardo, Dico, Paulinho da Laíde, Marquinho do Cavaco, entre outros, e os instrumentos eram confeccionados pelo Vadicão na sua própria casa, e posteriormente foram adquiridos pelos próprios componentes. Irradiando e representando o bairro com simpatia e respeitabilidade onde são convidados, “nosso maior orgulho foi e é até hoje as festas beneficentes que durante 14 anos consecutivos fizemos para os internos do Hospital de Colônia Santana, e por uma determinação duvidosa política, deixamos de fazê-las”, lamenta o Marquinho com uma angustia no coração. “Era um pouco que podíamos fazer por aqueles doentes. Tinha internos que infelizmente só tomavam banhos forçados durante o ano, mas para participar do concurso de Rei Momo e Rainha, estes mesmos faziam questão de serem os primeiros, e a alegria que brotava de seus olhos nas parcas horas de brincadeiras, era o apogeu de toda uma vida”.
Com uma média de 60 batuqueiros por dia/noite (é o único bloco que sai as cinco noites de carnaval, portanto, mais um orgulho), já está na quarta geração e pretende chegar a muitas outras.
Mas também é necessário fazer homenagens a aqueles que já partiram para o Oriente Eterno: Leleco do Valoca, Leleco Campos, Cris, Raul, Estevão, Vadicão e a esposa Iracy, Edinho, Catorraite, Aldo, Gonçalves, e os que de alguma forma contribuíram e participaram para o engrandecimento do Bloco. Batuqueiros do Limão, “o MAIS ANTIGO”, uma história dedicada à cultura e a tradição carnavalesca de Florianópolis.
Dados e fotos do orkut do Bloco Batuqueiros do Limão.
Mais informações com o Marquinho do Cavaco: marcosantoniosilveira@gmail.com
Nas fotos : Vadecão (ao centro do grupo) quando jogou no time do AVAÍ F.C. na década de trinta.
Duas fotos do Bloco em 2007 e uma última em 1978.






quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Fevereiro de música e gastronomia no Flor da Mina do Ribeirão

Nesta quinta-feira, dia 05/02, a partir das 20 hs, Marcelo Frias e Jean apresentam ao lado de Artur uma noite de muita mpb, samba, forró e pop brasileiro.
Na próxima quinta, dia 12/02, a casa realiza o PAELLA LIVRE, um jantar dançante. Os 60 únicos convites já estão a venda ao preço de R$ 25,00. Bossa Acústica ao comando de Josué, Marcelo Frias e Jean respectivamente ao violão, bateria e contrabaixo acústico.
Endereço: Rodovia Baldicero Filomeno, 3100 (pertinho do Trevo do Erasmo)
Fone: (48) 3235.3053

Lula confirma realização da Conferência de Comunicação

Mariana Mazza
PAY-TV - FNDC
A 1ª Conferência Nacional de Comunicação parece que, enfim, sairá do papel. Na última sexta-feira, 30, o presidente Lula confirmou a realização do encontro em entrevista após participar do Fórum Social Mundial. "Nós vamos fazer agora é uma grande conferência sobre comunicação no Brasil", afirmou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Lula não deu detalhes sobre o cronograma do evento. A expectativa do Ministério das Comunicações é que o encontro ocorra no fim do ano, após a realização dos encontros regionais, que devem ter início ainda neste primeiro semestre.
Ao tratar do tema "comunicação", o presidente Lula desenterrou o debate sobre o PL 29/2007, projeto que pretende criar novas regras para a oferta de TV por assinatura no Brasil e para a produção audiovisual. Lula disse acreditar na existência de "quase um consenso" em torno do texto, o que facilitaria a sua votação. "Nós estamos trabalhando com todos os setores de comunicação para que a gente possa permitir uma flexibilidade maior aos produtores brasileiros", comentou o presidente. "Quero que este ano vote", complementou.
Desde a saída do deputado Jorge Bittar (PT/RJ) da Câmara dos Deputados para assumir a Secretaria de Habitação da prefeitura do Rio de Janeiro, o projeto está sem relator na Comissão de Ciência e Tecnologia. Mas, nesse momento, o texto tramita na Comissão de Defesa do Consumidor.
O atual presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, deputado Walter Pinheiro (PT/BA), elogiou a iniciativa do governo de convocar a Conferência de Comunicação. Segundo sua assessoria, o deputado considera o encontro um "passo importante para a democratização dos debates sobre as comunicações no país". Ainda segundo Pinheiro, temas como a revisão da Lei do Cabo e a regulamentação do conteúdo audiovisual devem estar presentes nos debates da conferência.
Essa lembrança da agenda para a conferência torna ainda mais incerta a possibilidade de que o PL 29/2007 seja votado antes do aprofundamento dos debates com a sociedade. Um dos pontos que sempre esteve presente nos debates deste projeto de lei era exatamente a necessidade de uma discussão mais ampla sobre a política para o audiovisual, por meio da realização da conferência de comunicação.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Grupo Portal do Choro está de volta

Após um período de férias, o Grupo Portal do Choro está de volta. Neste sábado, dia 07 de fevereiro, o Grupo estará no Varanda´s Bar na Lagoa da Coneceição. Será um encontro para esquentar os tamborins para o carnaval e comemorar os 100 anos de Carmem Miranda.
Endereço: Av. das Rendeiras, 492.
Horário: 22:00 hs
Informações e Reservas pelo telefone: (48) 9933-3353

Senador Casagrande propõe instituição do serviço de televisão comunitária

29/01/2009
Geraldo Sobreira
Agência Senado
Aguarda recebimento de emendas, até o próximo dia 3 de fevereiro, projeto de autoria do senador Renato Casagrande (PSB-ES) destinado a instituir o serviço de televisão comunitária, que, entre outros objetivos, deverá ampliar a abrangência social desse veículo. A proposta, que tramita na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), complementa o serviço de radiodifusão comunitária sonora que é disciplinado pela Lei nº 9.612, de 19 de fevereiro de 1998.
Segundo o projeto de Casagrande (PLS 483/08), assim como ocorre em relação às emissoras de rádio comunitária, o serviço de televisão comunitária será concedido a fundações e associações de caráter comunitário sem fins lucrativos, com sede na localidade de prestação de serviço, e será operado mediante a utilização da tecnologia do sistema de digitalização de sinais adotado no país. De acordo com o autor da proposta, a concessão do serviço segue "os mesmos delineamentos legais conferidos ao serviço de radiodifusão comunitária sonora (rádios)", bem como os mesmos princípios que caracterizam esse serviço.
Pelo texto do projeto, caberá ao poder concedente designar, em âmbito nacional, para utilização do serviço, pelo menos dois canais de operação de serviço de radiodifusão de sons e imagens, sendo um em VHF e outro em UHF, por região, dentro do Plano Básico de Distribuição de Canais Digitais (PBTVD) do Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (SBTVD-T).
A outorga que vier a ser concedida para esse serviço terá validade de 15 anos - cinco anos a mais do que o período autorizado para as rádios comunitárias. Fica permitida a renovação da outorga por igual período se todas as exigências da legislação vigente tiverem sido cumpridas.
O projeto foi apresentado por Casagrande em dezembro do ano passado e, depois da fase de recebimento de emendas, terá um relator designado e será votado, em decisão terminativa, na CCT.

A URDA DA CRÔNICA

Raul Longo
Não sei como nem por quais caminhos, um dia me invade a caixa de correio um subject interessante: Crônica da Urda!
Aquilo me intrigou, o que seria URDA? A sigla de algum novo grupo revolucionário das selvas latino-americanas? Uma nova seita muçulmana? Imaginei até a possibilidade de uma União de Reestruturação e Desenvolvimento da África.
Lembrava-me de uma fina banda Finlandesa: URGA ou algo assim que não conseguirei localizar agora entre a CDeteca. Algum neo-barbarismo escandinavo a romper as fronteiras internéticas, impondo-se à ordem aparente da civilização informatizada?
Quase inteiros, me vieram uns versos de antigo poema do Vinícius de Moraes. Nada a ver! Aquele era dos Cavaleiros Urias, e já não lembro se dos Montes Urais ou os uriates da itálica Úria. Desisti das cogitações e fui lendo a tal crônica. Não vou lembrar agora o tema, mas me encantou o jeito de contar, contando-se.
Depois daquela, as Crônicas da Urda foram chegando regularmente e, ao longo do tempo, fui descobrindo que havia ali uma urdidura maior, correspondendo-se a todas minhas desconfianças: Urda é do México, de Cuba, da Nicarágua, Venezuela, Colômbia e Bolívia. É da Argentina e do Uruguai. Mas também é da Palestina, do Irã, do Iraque. E, sem dúvida, é das savanas africanas.
E o mais interessante foi que nas Crônicas da Urda descobri uma mulher de todos os lugares e das mais diversas formas. Meio que mito metamórfico.
Numa crônica é uma mulher de faca nos dentes e botes certeiros pela língua ferina, arrostando poderes em frases duras de quem desafia sem se assustar com o tamanho dos covardes. O que, agora que sei do seu viver, é o que me assusta, pois embora se deduza que ninguém seria idiota de se expor ao risco de arriscar algo contra alguém tão querida e conhecida por tanta gente e por todo o mundo, há sempre de se prevenir com aqueles tantos que, além de covardes, são burros.
Mas a Urda nunca será de se negar a luta e ri de meus receios. Até porque se numa crônica ela é guerra e desafio, na outra já é carinho, saudade e memória, para na próxima ser ironia e esculacho. Mas até esculachar ela faz de tal jeito que o esculachado ficará em situação ainda mais difícil ao reagir ou ficar com raiva. Pra não piorar, melhor mesmo é pedir desculpas e enfiar a viola no saco. No carinho e na memória, é que mais gosto da Urda, embora tanto admire a guerreira e a Pomba-gira.
Refiz com ela o caminhar lento entre os tantos ornamentos e vegetais da sala, varanda e soleiras do Rio Vermelho, pra explodir de riso na lembrança daquelas molas a reproduzir o coito canino que o próprio Jorge Amado menoscabou na história do “Capitão Vasco Moscoso de Aragão – Comandante de Fragata”. Traquinas, fazia questão de acionar o brinquedo para atiçar a imaginação das visitas e encabular Zélia em seu comedimento paulista. Pois Urda conta como se abusou nos abusos do saudoso baiano.
Urda me levou pra Bolívia, me fez orar à Pachamama. Me meteu em guerras cruentas, me levou a passear pelas ruas e conversar com os cidadãos comuns como nós: eu e ela. E me fez ser malcriado com pequenos burgueses, prepotentes, idiotizados pelos próprios umbigos.
Provavelmente por ser capaz de tudo isso sem ter de ficar reafirmando intelectualismos ridículos ou dar carteiradas ideológicas, ela conquistou-me a coragem de lhe enviar coisas de minha autoria: crônicas, ou textos, ou artigos... O que sejam!
Sejam o que forem, agradaram, pois Urda se tornou dessas tantas boas amizades pela internet. Mais que isso, quando me dei conta, estava eu também espalhado lá pelos mundos da Urda, em textos que por sua iniciativa se distribuíram da Patagônia à Chiapas, do Cabo Verde a Moçambique.
Mas de que mundo seria o mundo da Urda? - me perguntava. Brasileira, sem dúvida. Talvez, como tantos outros amigos, caros, mas igualmente desconhecidos, lá do Ceará ou das Alagoas. Quem sabe, do Maranhão? Os de Goiás, Pernambuco e Brasília. Até Rondônia! Tantos no Rio de Janeiro e São Paulo. Salvador ou Camaçari. Poderia ser, ao menos, um pouco mais próxima como os do Rio Grande do Sul. Ainda mais, como os de logo ali, do Paraná.
Conversa vai, conversa vem, descubro a Urda aqui ao meu lado: em Blumenau. Então tirei a dimensão de meu isolamento e ostracismo, pois Santa Catarina inteira conhece e admira a Urda há muito tempo (exceção, é claro, daqueles a quem sua franqueza incomoda) e só eu, taciturno casmurro e sorumbático, é que desconhecia a Urda! De aí mais algum tempo veio a Urda lançar um seu livro e, não lembro o que, me impossibilita o atendimento ao convite.
Outra oportunidade foi nos encontros bolivarianos que também não pude acompanhar por, na época, estar estudando. Na mesma UFSC onde ocorriam os encontros, mas em aulas no mesmo horário. Recordo que um dia prometi chegar mais cedo para ao menos meia hora de papo e, enfim, conhecer a amiga que nessas alturas já me divertia em suas confissões pessoais, revelando-se um misto de Rita Lee e Violeta Parra, Mafalda e Rebordosa. Entusiasta de uma revolução com tesão, e vice-versa. Muito bom!
Mas por qualquer contratempo o encontro novamente não se deu.
Depois veio a tragédia de Blumenau, Itajaí e toda aquela região. Alguns dias sem contato e eu alarmado com o derruir daquilo tudo, já procurando Urda e Atahualpa (seu adorado companheiro canino) entre os destroços das notícias, até que ela consegue emitir sinais de sobrevivência, abrigada no depósito de sua editora.
Ufa! Mas de qualquer forma a preocupação: o que fariam naquela Pompéia, uma mulher e um cachorro desabrigados?
Crônicas, claro! E Urda se pôs a contar ao mundo a mesquinhez e os preconceitos intactos de uma estúpida classe média soterrada, mas ainda assim pedante.No entanto, sem nunca perder a sensibilidade, reportava também seus diálogos com os andarilhos, os que vagavam em busca dos bandos excluídos para chorar seus mortos e celebrar a sobrevivência. Em meio das perdas e tristezas de amigos e familiares atingidos, sem noção de qual rumo dar à própria vida, mais uma tragédia irrompe do outro lado do mundo e, na germânica Blumenau, uma solitária e insólita palestina caucasóide, envolta na bandeira do país ocupado e com a cabeça coberta pela hata (o turbante de losangos que na paz é branco e na guerra vermelho), faz questão de que se registre e se distribua sua foto ao mundo, comprovando em si a resistência contra o massacre na interiorana Blumenau.
Na sexta-feira passada vou atender a campainha e uma típica colona alemã, em inconfundível sotaque pergunta se sou quem me chamam pelo nome que me registraram. Confirmo e ela informa vir de uma dessas pequenas cidades da serra catarinense, em busca de hospedagem para 120 crianças. Explico não ter como acomodar nem a quinta parte disso, mas a mulher, num vestido rosa florido, choraminga em seu dizer socado, insistindo em ter de ser em minha pousada porque lhe fora indicada. Eu já impaciente com a teimosia da luterana quando, num sorriso e outra modulação na voz, se revela: “- Ô Raul! Não tá me reconhecendo? Eu sou a Urda.”
Sim! Era a Urda. Viera para a solenidade de formatura de um seu ex-aluno e, aproveitando a proximidade do Sambaqui, dera uma escapada e ali estava: dizendo-se ser a Urda Klueger de verdade! Mas como que eu poderia ter reconhecido a cocalera aimará, renhida defensora de Evo Morales, naquela versão de colona? Quando imaginaria que a anarquista espanhola tivesse uma voz tão calma e tranqüila? Naquela pele clara, não haveria como reconhecer a queniana que briga pelos direitos de suas irmãs! E nos olhos, nos cabelos claros, onde a guerrilheira palestina que me escrevia pedindo para transmitir recados aos companheiros do comitê de Florianópolis?
Entrou já anunciando sua urgência de retorno pela briga contra os desmandos de um prefeito e governo insensíveis e irredutíveis na pretensão de despejar os desabrigados sem lhes dar qualquer solução de moradia, apesar dos tantos bilhões das verbas federais e doações internacionais. Apenas sacudiu um pouco da poeira de sua difícil estrada, fazendo vontade de conversa mais delongada, e já se ia, me deixando uma bruta dúvida: seria mesmo a Urda?
Acompanhei-a até o carro, estacionado sob a árvore da praça em frente de minha casa. No vidro traseiro, duas frases. A de cima: "Se és capaz de indignar-te diante de qualquer injustiça, estejas onde estiveres, então somos companheiros." do Ernesto Che Guevara. Em baixo, uma do Lindolf Bell, o grande poeta de Blumenau: "Menor que meu sonho não posso ser."Reconheci logo. Sem dúvida alguma se tratava da autêntica Urda das Crônicas.
Raul Longo
Ponta do Sambaqui, 2886 88.051-001 - Floripa/SC
Tel: (48) 3206-0047

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Programação Semanal do Érico´s Música & Bar

02/02-Segunda-feira: Duo de Violões - Isaac Alves e Leandro Fortes
Música instrumental brasileira e jazz! Nascido em Florianópolis, Isaac Alves tem atuado desde 2002 em Florianópolis e recentemente na Suiça (onde residiu) e Alemanha, como violonista e guitarrista de música brasileira além de outros estilos, como o jazz. Autodidata, também freqüentou cursos em diversas escolas de música em Florianopolis, além de participar frequentemente de oficinas em festivais de música pelo Brasil. Teve aulas com Leo Garcia e Guinha Ramires. Entre os músicos com quem já realizou projetos estão Ademir Cândido, Julian Neumann, Samuel Huguenin, Felipe Coelho, Cristian Faig, Tie Pereira e Fernanda Rosa. O guitarrista e violonista Leandro Fortes iniciou seus estudos musicais ainda criança e vem atuando profissionalmente como instrumentista e professor de música. Vem se destacando como intrumentista, ganhando prêmios, entre eles o prêmio de melhor instrumentista no “I Festival da Canção UNESC”, acompanhando a vencedora do 1º Lugar e, recentemente o primeiro lugar no FEMIC, o maior festival de música catarinense, acompanhando a cantora Gabriela Nascimento. Nos Estados Unidos morou, estudou e tocou com diversos artistas, ampliando assim sua experiência musical. Vem se apresentando com diversos grupos de música brasileira e jazz e acompanhando diversas cantoras como Fernanda Rosa, Izabel Padovani, Romy Martinez, Gabriela Corrêa, Bárbara Damásio, Ângela Cristina, algumas que tivemos e outras que teremos a oportunidade de apreciar no palco do Érico's.
Couvert: R$ 10,00
03/02-Terça-feira: Guinha Ramires convida Ricardo Graça Mello
Guinha Ramires, violonista, compositor, arranjador, reconhecida personalidade cultural entre os apreciadores e produtores artísticos/musicais por sua contribuição para a qualificação da sonoridade brasileira e por sua técnica ímpar em dedilhar seu violão, convida, nesta noite, Ricardo Graça Mello para compor uma nova noite musical. Nascido no Rio de Janeiro, filho da atriz Marília Pêra com Paulo Graça Mello (irmão do produtor musical Guto Graça Mello), Ricardo soube aproveitar o talento herdado, transformando-se em ator, cantor e músico. Além de cantar, Ricardo compõe e toca violão, piano e baixo e possui uma extensa carreira artística.Atualmente, paralelamente às gravações do programa de humor Zorra Total e entre um e outro espetáculo teatral, faz shows pelo sul do Brasil com diversos formações.No repertório do cantor releitura de diversas canções da MPB e pop, além de composições próprias.
Couvert: R$ 10,00
04/02- Quarta-feira: Verônica Kimura Samba e Bossa
Com 20 anos de carreira a cantora Verônica Kimura tem seu trabalho inspirado nos grandes interpretesda MPB. Seu repertório traz a bossa nova, o samba e outros sucessos da música brasileira dentro de uma concepção jazzística, com improvisaçãoes e arranjos acaracterísticos. Acompanhada por grandes músicos da Ilha, este show promete fazer uma festa em homenagem à música brasileira legítima. Nesta noite aproveita ainda para comemorar seu aniversário, como não poderia ser diferente, em meio aos amigos e com muita música.
Couvert: R$ 10,00
05/02- Quinta -feira: Trio Cristian Faig, Isaac Alves e Ermanno Panta
O Catarinense Isaac Alves apresenta-se nesta noite com o flautista argentino Cristian Faig e o percussionista italiano Ermano. No repertório música instrumental étnica e world music, com arranjos vocais e instrumentais variados e com elementos de fusão entre diversos estilos como o samba, choro, flamenco, musica indiana, salsa, jazz e tango. Cristian nasceu em Buenos Aires em meio a uma família de músicos, o que o incentivou a tocar desde criança e de lá para cá fez parte de diversos grupos de tango, música erudita, jazz e folclore em Buenos Aires, realizou uma turnê pela Europa como flautista e cantor junto com o violonista Lucas Kohan, apresentando seu trabalho de tango e música popular nas cidades de Barcelona, Milan, Gotemburg, Zurich, Amsterdam, Praga, Salzburg e Mallorca. Em 2002 se muda para o Brasil, morando em Paraty, Ouro Preto e Salvador e participou de festivais como o de Curitiba e Tatuí. Em 2005 se mudou para Florianópolis, onde trabalha na Orquestra Sinfônica de Santa Catarina (OSSCA) e Camerata Florianópolis, além atuar como professor na escola de musica Sol da Terra e integra diversos grupos de MPB e jazz. Em 2008 realizou uma turne pelo sesc com trio Ponteio junto a Eduardo Pimentel e Marcos Toteni de 20 shows por Santa Catarina.
Ermanno PantaA musica de Ermanno, percussionista e flautista, è o fruto de uma vida de viajante pelo mundo, nas suas ruas e nas suas culturas musicais. Estudante informal e ecletico de percussào em Sicilia, a terra dele, em Cuba, na Espanha e no Brasil recebeu influencias do son cubano, do flamenco e, com certeza, da musica tradicional do sul da Italia. O grande salto é uma experiencia musical na India em que estudou a flauta bansuri. Atuou em varios desses paìses tocando gèneros diferentes, misturando e levando um pouco de cada pais nos varios instrumentos: congas, bongo, cajon, bendir, pandeiros, flautas.
Couvert: R$ 10,00
06/02 - Sexta-feira: Fernanda Rosa Trio Natural de Porto Alegre - RS
Desde 2003 atua como cantora de música popular, realizando apresentações em bares e restaurantes de Florianópolis. Entre os trabalhos desenvolvidos estão os grupos Fernanda Rosa e Trio, Tributo a Chico Buarque e o Duo com Leandro Fortes. Atualmente cursa a graduação em Música na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), e estuda técnica vocal com a professora Samira Hassan. Também atua como professora de canto e freqüentemente participa de cursos e workshops em festivais de música. Em 2006 gravou sete faixas do CD “Lenga la Lenga - jogos de copos e mãos” coordenado pelos professores Sergio Freitas e Viviane Beineke, CD que esteve entre os três finalista do Prêmio TIM de Música – Categoria Música Infantil. E em 2008 recebeu no Festival da canção em Timbó, categoria nacional, o 3o lugar como melhor interprete de canções brasileiras. Nesta noite apresenta repertório da música brasileira acompanhada pelos talentosos Rafael Calegari (baixo) e Leandro Fortes (violão e guitarra).R$20,00 07/02- Sábado- feira: Janet , Joel & Bando Janet e Joel Brito são nomes conhecidos na região metropolitana de Florianópolis, principalmente pela singular interpretação de estilos musicais mais variados (Jazz, Blues, Bossa, MPB) e pela potente voz de Janet acompanhada pelo Sax de Joel. Ela, gaúcha radicada em Florianópolis - é considerada uma das melhores cantoras da Ilha- com a formação em duo voz-sax com Joel Brito, catarinense com mais de 30 anos de música em sua história, que já tocou com Sivuca , Luís Melodia, Grupo de Risco, entre outros. Em 20 anos de trabalho juntos, percorrem várias cidades levando sua música a casas de shows, teatros e eventos; na "Canja do JÔ Soares", destacaram-se entre as melhores "canjas"; e em seu novo projeto "Arte na Praça" farão apresentações itinerantes por vários lugares lançando e divulgando seu novo CD "O Silêncio das Estrelas" . Além de composições próprias e da infinidade de temas que a dupla tem juntas, esse é um show novo com integração de outros músicos. Compõe o Bando: Tito (baixo), Cícero (guitarra e voz) e Wilson Souza (bateria).
Couvert: R$ 20,00
Endereço: Av das Rendeiras, 470 - Lagoa da Conceição - Florianópolis / SC
Telefone:(48) 3233-2548