terça-feira, 12 de maio de 2009

Karyme Hass no Jinga Bar

Esta semana, o Jinga Bar apresenta um show imperdível com a cantora paranaense Karyme Hass. Em seu mais recente álbum, Amor Solene, Karyme gravou uma versão da música Close to You, de Burt Bacharach, intitulada Sonho Azul e recentemente, na sua visita ao Brasil o consagrado maestro, compositor e arranjador norte-americano recebeu em seu camarim em São Paulo, a cantora quando ouviu a versão de sua autoria e conheceu o trabalho, da também compositora.
Quando? 15/05/2009
Horário: Show a partir das 22:30hs
Ingressos:
● R$ 20,00 antecipado - no Jinga Bar e no Sintonia Música e Café / Lagoa da Conceição
● R$ 30,00 na hora do show.
● R$ 10,00 entrada após o show da Karyme Hass.
Após o show de Karyme Hass a animação da noite fica por conta do músico Chico Alencar. Chiquinho, como é mais conhecido, já gravou um CD, “Bicho Carpinteiro”, trabalho que reúne o ecletismo rítmico e atualmente trabalha com as variantes da música, a fusão de ritmos na releitura da MPB. Seu repertório apresenta composições próprias, funk, pop nacional, reagge, samba-funk e partido alto.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Revista Veja criminaliza a política brasileira

Redação
IHU On-line

Entrevista especial com Roberto Efrem Filho

“Entre o campo jurídico e o campo midiático há uma cumplicidade estrutural que, em última e principal instância, termina servindo ao disciplinamento das classes subalternas”, constata Roberto Efrem Filho, ao avaliar a revista Veja, tema de sua dissertação de mestrado, concluída neste ano. O pesquisador analisou 578 edições da publicação, entre o período de 1997 a 2008, correspondente aos governos de Fernando Henrique Cardoso e Luís Inácio Lula da Silva.

Na entrevista que segue, concedida com exclusividade, por e-mail, à IHU On-Line, Efrem Filho diz que “o campo midiático encontra na ‘corrupção midiatizada’ um significado modus operandi de empreender a luta política”. Assim, “a melodramatização jornalística”, continua, prefere “o combate ao debate, a polêmica à dialética, o enfrentamento entre as pessoas em detrimento do confronto entre seus argumentos”.

Roberto Efrem Filho é mestre em Direito, pela UFPE, professor substituto da mesma instituição de ensino e assessor jurídico popular.

Confira a entrevista no site do FNDC (Fórum Nacional pela democratização da Comunicação)

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Código ambiental de SC será questionado na ONU

Meio ambiente
Código ambiental de SC será questionado na ONU
Pauta foi incluída em informe sobre o desempenho do Estado brasileiro na área dos direitos econômicos, sociais e culturais
Itajaí – Samantha Buglione, professora do Mestrado em Gestão de Políticas Públicas e coordenadora nacional do Comitê Latino Americano e do Caribe para Defesa dos Direitos da Mulher (Cladem), apresenta em Genebra, na Suíça, durante a 42ª sessão do comitê do Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais pelo Brasil (Pidesc), das Organizações das Nações Unidas (ONU), que acontece entre os dias 5 e 22 de maio, denuncia contra as mudanças no código ambiental de Santa Catarina.

A apresentação reforça o relatório paralelo enviado à organização sobre o desempenho do Estado brasileiro na área dos direitos econômicos, sociais e culturais. O informe aponta que a mudança na lei viola as regras da democracia, põe em risco a proteção ambiental e de cidadãos sem solucionar o problema do campo.

No documento é mencionado o desastre natural ocorrido no final de 2008 em Santa Catarina e a aprovação, por parte da Assembléia Legislativa, em 31 de março, da Lei 238/2008, que viola leis federais por reduzir áreas de proteção reduzindo as matas ciliares às margens dos rios de 30 para cinco metros e, no caso das nascentes fluviais, de 50 para dez metros.

O Pidesc foi adotado pela ONU em 1966, e contém, juntamente com o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos, os principais compromissos decorrentes da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

O Pacto cria obrigações legais aos Estados-partes, no sentido da responsabilização internacional em caso de violação dos direitos por ele consagrados. A proteção desses direitos é instruída por relatórios encaminhados pelos Estados, enquanto sua supervisão cabe ao Comitê de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais da ONU.

Organizações da sociedade civil podem oferecer ao Comitê seus próprios relatórios, chamados relatórios paralelos, contra-relatórios ou informes alternativos, que são acolhidos como subsídio.


Wagner Mezoni/SC 02740 JP/Assessoria de Comunicação e Marketing Institucional/Univali

quarta-feira, 6 de maio de 2009

XVII Convenção Nacional de solidariedade a Cuba em Floripa




Por Edison Puente
e-mail: edison.p@ibest.com.br

Caros companheiros, as reuniões de organização da XVII Convenção
Nacional de Solidariedade a Cuba, está se realizando no local da Ass.
Cultural José Martí de SC. Rua Frey Evaristo 77, Centro (SIDN.SAUDE),
perto do supermercado Hippo. Todas as terças feiras às 18h30min.

Esperamos contar com sua presença.

Abraços
Edison


ACJM-SC – Associação Cultural José Martí de Santa Catarina
Caixa Postal 27
88010-970 – Florianópolis – SC
CNPJ 00.074.248/0001-05
Fones (48) 3025-2991 e 9946-9441

Veja mais em:
http://convencao2009.blogspot.com/

terça-feira, 5 de maio de 2009

Por uma nova e democrática lei de imprensa

Em favor do Jornalismo e da Sociedade 05/05/2009 | 12:23
FENAJ conclama mobilização por uma nova e democrática Lei de Imprensa

Às vésperas do Dia Mundial da Liberdade Imprensa (3/5), a suprema corte do Brasil deu um grande passo na consolidação do sistema democrático e na defesa da liberdade de expressão como um importante direito individual e coletivo. Reivindicação histórica do movimento sindical dos jornalistas, a revogação da lei 5.250/67 - a Lei de Imprensa - consagra o princípio de que muito mais que uma prerrogativa profissional, a liberdade de imprensa é, acima de tudo, uma conquista social.

No entanto, ao optar, por maioria de votos, pela extinção completa do texto, o Supremo Tribunal Federal (STF) desarma a sociedade de garantias na relação com os meios de comunicação e cria um ambiente de insegurança para atuação dos veículos e profissionais. A alternativa adotada pelo STF transfere para juízes de primeira instância o poder de resolver conflitos, na ausência de balizamentos, com critérios absolutamente pessoais e particulares.

Diga-se em defesa do STF, que a responsabilidade pelo vazio jurídico de uma legislação específica é, na verdade, resultado da omissão do Congresso Nacional que se recusa a votar uma nova e democrática lei de imprensa. Pronto para ser incluído na pauta de votação em plenário da Câmara desde agosto de 1997, o projeto de uma nova legislação para a imprensa - cujo conteúdo está expresso no substitutivo do ex-deputado Vilmar Rocha (PFL-GO) ao PL 3.232/92 - vem sendo sistematicamente "esquecido" pelo parlamento brasileiro há 11 anos.

Do ponto de vista da luta pela democratização da comunicação, temos a convicção de que a aprovação do substitutivo Vilmar Rocha corresponderia a uma conquista importante para a sociedade e para a autonomia de trabalho aos jornalistas. A proposta traz inovações como o rito sumário para o direito de resposta; determinação de que a resposta tenha de ser veiculada no mesmo espaço onde ocorreu a ofensa; pluralidade de versões em matéria controversa; obrigatoriedade do serviço de atendimento ao público; não impedimento de veiculação de publicidade ou matéria paga; identificação dos reais controladores dos veículos de comunicação e conversão das penas de cerceamento da liberdade para os delitos de imprensa em prestação de serviços à comunidade.

Diante da crescente demanda da sociedade em relação ao comportamento da mídia, o empresariado tem enfrentado limites para produzir uma argumentação em defesa da pura e simples inexistência de regras democráticas para as práticas sociais na mídia. Neste contexto, a possível aceitação de uma Lei de Imprensa como algo inevitável, seguramente continua associada ao temor de que a ausência de uma legislação que imponha limites claros em relação às penalizações financeiras componha um cenário ainda pior. Ou seja, o raciocínio parece ser o de que é melhor ceder em itens que democratizam procedimentos da imprensa, mesmo contrariando seus interesses, do que correr o risco de pagar vultosas quantias, como resultado de ações judiciais por danos morais, que eventualmente coloquem em risco a existência do próprio negócio.

Outro dado a ser considerado é que, na medida em que transcorre o tempo, aumentam as exigências e demandas da sociedade e as condições institucionais para sustentá-las. Ou seja, com o passar do tempo, aquilo que atualmente está no substitutivo do deputado Vilmar Rocha - e que foi aceito como "palatável" pelo empresariado - provavelmente não mais será suficiente para a sociedade.

É claro que a aprovação de emendas ou de um novo texto na Câmara dos Deputados para o projeto 3.232/92 implica o seu retorno ao Senado, onde haverá novas votações, com resultados favoráveis ou não, de cada uma das modificações introduzidas no texto original do Senado, que é o substitutivo do Senador José Fogaça (PMDB/RS) sobre projeto de lei 173/91, apresentado em 24/5/1991 pelo senador Josaphat Marinho (PFL-BA). Tal circunstância só reforça a interpretação de que, sem uma solução amparada em ampla base de consenso, o direito da sociedade ter uma Lei de Imprensa atualizada continuará sendo obstaculizado e adiado.

A própria FENAJ tem contribuições para o aperfeiçoamento da matéria, como mecanismos de restrição à litigância de má-fé e que coíbam a "falsidade não nominativa", que é a possibilidade de que sejam reparadas - por meio da ação do Ministério Público, provocado ou por conta própria - falsidades veiculadas pelos veículos de comunicação que não atinjam direta e especificamente a alguém.

Faz parte da tradição jurídica brasileira e elaboração de legislação específica para a imprensa. A revogação da lei 5.250 é uma conquista a ser comemorada. No entanto, o atual cenário de lei nenhuma não interessa aos jornalistas e, em especial, à sociedade. O momento exige mobilização da categoria, do próprio empresariado consciente da necessidade de uma nova legislação e, principalmente, dos movimentos e organizações sociais. O momento exige um claro e inequívoco posicionamento do Congresso Nacional.

Comprometida com a causa da defesa das liberdades democráticas, a FENAJ reafirma sua disposição de seguir lutando por uma nova Lei de Imprensa. Uma legislação assentada em bases democráticas, que proteja a liberdade de imprensa, ofereça salvaguardas ao trabalho profissional e garantias à sociedade. Que seja, sobretudo, instrumento de defesa do jornalismo ético e honesto e forma democrática de canalizar as relações do cidadão com a imprensa e seus profissionais.

Brasília, 3 de maio de 2009.

Diretoria da Federação Nacional dos Jornalistas - FENAJ

Lançamento do livro "Eu, mané" de Geraldo Simas nesta quinta-feira

Geraldo Simas, autor de quatro obras - entre elas "O Mistério das Energias da Mente" (2008) e "Por que Deus é Geométrico" (2005), lança seu quinto livro nesta quinta-feira. Geraldo Simas é natural de Florianópolis, formado em Administração de Empresas e trabalha atualmente como Analista de Sistemas.
O lançamento acontecerá na Livraria Catarinense do Beira Mar Shopping às 19:00 hs. Veja mais informações no convite!
Fonte: Simone Freitas

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Floripa Instrumental na Freguesia do Ribeirão


Projeto será realizado de 29 de abril a 3 de maio na Freguesia do Ribeirão da Ilha

O Floripa Instrumental vem divulgando a música instrumental brasileira. O evento será realizado de 29 de abril a 3 de maio na Freguesia do Ribeirão da Ilha. Lá estarão nomes como Naná Vasconcelos, Yamandu Costa, Trio Madeira Brasil, Arismar do Espírito Santo, Alessandro Kramer, Proveta, Rio Vermelho Quarteto, além de outros shows, jam sessions e rodas de choro nos mais diferentes horários do dia e da noite.

O projeto tem o patrocínio da Natura – foi selecionado no Edital Nacional 2008 do Natura Musical – e todas as atividades são ao ar livre e aberto ao público. “O Floripa Instrumental vai proporcionar à comunidade de Ribeirão da Ilha capacitação musical e música de qualidade com as atividades que serão desenvolvidas, e nós estamos felizes em fazer parte desta história ao patrocinar este projeto por meio do Programa Natura Musical”, afirma a Gerente de Marketing Institucional da Natura, Renata Sbardelini.

Um workshop do percussionista Naná Vasconcelos, reconhecido internacionalmente e que já gravou ao lado de B.B. King, Pat Metheny e Egberto Gismonti abre as atividades. Para participar é só se inscrever no site www.freguesiacultural.com.br e levar seu instrumento para a Escola Dom Jaime de Barros Câmara, às 20 horas, do dia 29. No dia 30, Naná sobe ao palco da Praça da Freguesia às 21 horas para mostrar todo o seu potencial.

De quinta a sábado, sempre às 23 horas, jam sessions com Cássio Moura, Mauro Borguesan e Arnou de Melo, no Centro Paroquial do Ribeirão. No feriado de 1º de maio (sexta-feira) se apresentam Rio Vermelho Quarteto, às 15 horas, e Alessandro Kramer, às 21 horas. Alessandro é uma das revelações da música instrumental brasileira com seu acordeom criativo e com forte pegada de improvisação.

No sábado, a proposta é de muito chorinho, considerado a primeira música popular urbana típica do Brasil. É um gênero musical agitado e alegre, caracterizado pelo virtuosismo e improviso dos participantes, que precisam ter pleno domínio de seu instrumento. Para mostrar toda essa técnica secular, pois o choro existe há mais de 130 anos, o Floripa Instrumental leva para o palco da Praia, às 15 horas, uma roda de choro com Arismar Espírito Santo, Nailor Azevedo, o Proveta, e outros músicos da Ilha. Às 21 horas é a vez do Trio Madeira Brasil – Ronaldo do Bandolim, José Paulo Becker (violão de seis cordas) e Marcello Gonçalves (violão de sete cordas) – mostrar sua calorosa e bem acabada música.

Sem enquadramentos musicais, Yamandu Costa encerra o evento no domingo, dia 3, às 17 horas, com um show que promete revelar o profundo entrosamento com seu instrumento e com as interpretações calcadas na mistura da música folclórica do Sul do Brasil com bossa, choro e tango.

Serviço
Natura apresenta Floripa Instrumental
*Todas as atividades (workshop e shows) são gratuitas
Workshop de percussão orgânica com Naná Vasconcelos
Data: quarta-feira, 29 de abril
Horário: 20h
Local: Ginásio de Esportes - Escola Dom Jaime de Barros Câmara
*Inscrições pelo site www.freguesiacultural.com.br

SHOWS
- QUINTA-FEIRA, 30 DE ABRIL
Show de abertura com Naná Vasconcelos
Horário: 21h
Local: Praça Freguesia (palco principal)

Show com Cássio Moura e convidados
Horário: 23h
Local: Centro Paroquial do Ribeirão (palco Jam Session)

- SEXTA-FEIRA, 1 DE MAIO
Show com Rio Vermelho Quarteto
Horário: 15h
Local: Tenda da Praia

Show com Alessandro Kramer
Horário: 21h
Local: Praça Freguesia (palco principal)

Show com Cássio Moura e convidados
Horário: 23h
Local: Centro Paroquial do Ribeirão (palco Jam Session)

- SÁBADO, 2 DE MAIO
Show com Arismar Espírito Santo, Nailor Azevedo e convidados
Horário: 15h
Local: Tenda da Praia

Show com Trio Madeira Brasil
Horário: 21h
Local: Praça Freguesia (palco principal)

Show com Cássio Moura e convidados
Horário: 23h
Local: Centro Paroquial do Ribeirão (palco Jam Session)

- DOMINGO, 3 DE MAIO
Show de encerramento com Yamandu Costa
Horário: 17h
Local: Praça Freguesia (palco principal)