sexta-feira, 19 de junho de 2015

CinePET Debate exibe ‘À margem do concreto’ nesta sexta-feira



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O CinePET Debate apresenta em junho o documentário À margem do concreto, nesta sexta-feira, 19 de junho, às 14 horas, no auditório do Centro Socioeconômico (CSE). A iniciativa é do Programa de Educação Tutorial (PET) de Serviço Social e após o filme haverá debate com dois convidados e certificado de participação de quatros horas.
Sinopse: À margem do concreto é um documentário sobre os sem-teto e os movimentos de moradia e acompanha a atuação de várias lideranças que promovem atos de ocupação na região central de São Paulo e estão fazendo justiça social com as próprias mãos, conquistando a moradia para uma população miserável, que não suporta mais viver em albergues e cortiços. À margem do concreto é o segundo documentário de uma tetralogia sobre São Paulo iniciada com À margem da imagem, sobre moradores de rua.
Mais informações na página do PETSSO.
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quarta-feira, 17 de junho de 2015

Florianópolis recebe mostra inédita do cinema açoriano





A imigração açoriana no litoral de Santa Catarina, no século 18, deixou um rico legado na arquitetura, nas artes e nos modos de vida da população de Florianópolis. Ampliando o intercâmbio cultural com o arquipélago português, a cidade recebe uma mostra inédita do cinema açoriano, que inclui os filmes Partilha-O Império de João do Bom e O Livreiro de Santiago. A exibição acontece nesta sexta-feira (19), às 19 horas, e no sábado (20), às 16 horas, na Casa da Memória, com entrada franca.
Realizado pelo Núcleo de Estudos Açorianos da Universidade Federal de Santa Catarina (NEA/UFSC), em parceria com a Secretaria de Cultura de Florianópolis, o evento contará com a presença dos diretores Tiago Rosas e José Medeiros, que participam de conversa com o público após as sessões. A dupla está retornando do 17º Festival de Cinema Europeu, realizado no Chile, onde o filme O Livreiro de Santiago foi exibido.
A mostra em Florianópolis pretende apresentar um pouco da produção audiovisual que está ganhando força nos Açores. Além de participação em festivais da Europa, o cinema açoriano também vem sendo fomentado com a realização de eventos locais, que contribuem para divulgar a produção artística no arquipélago e criar espaços de debate e reflexão sobre o fenômeno das migrações e da interculturalidade.

Alma açoriana

Marcado pela religiosidade, o documentário Partilha-O Império de João do Bom, dirigido por Tiago Rosas, com participação de Zeca Medeiros, será apresentado na sexta-feira (19), às 19 horas. Em 85 minutos, o filme mostra a Festa do Divino Espírito Santo na localidade de João do Bom, no Pilar da Bretanha, na Ilha de São Miguel, abrangendo desde os preparativos até o encerramento dos festejos com a cerimônia de coroação do imperador.
         O documentário retrata o envolvimento popular na realização da Festa do Divino, que é uma das manifestações mais expressivas dos Açores, e que foi introduzida em Florianópolis pelos imigrantes açorianos, em 1748. Na capital catarinense a tradição é mantida em 14 comunidades, formando um ciclo festivo que vai de maio a setembro.
         No sábado (20), o público poderá conferir a história do primeiro editor do escritor Pablo Neruda, no longa-metragem O Livreiro de Santiago, dirigido por Zeca Medeiros. Com uma hora e meia de duração, o filme traz no elenco, entre outros atores, o próprio Medeiros e a atriz Maria do Céu Guerra, que em 2012 participou do Floripa Teatro - Festival Isnard Azevedo, promovido pela Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes.
Baseado em história real, O Livreiro de Santiago retrata a vida de Carlos Jorge Nascimento, considerado um dos maiores incentivadores da literatura chilena no século 20. Açoriano, nascido na pequena Ilha do Corvo, ele deixou a terra natal em 1905, aos 20 anos, para ganhar a vida na caça às baleias. Por diversas circunstâncias, o corvino acabou chegando ao Chile, onde foi morar com um tio, de quem comprou uma antiga livraria. Apaixonado pelo trabalho, Nascimento editou o primeiro livro do ainda desconhecido escritor Pablo Neruda. Em 1971, com várias obras publicadas, o poeta chileno conquistou o Prêmio Nobel de Literatura.
        
O quê: Mostra de Cinema Açoriano        
Quando: sexta-feira (19) – 19 horas
               Exibição do filme “Partilha – O Império de João do Bom”, de Tiago Rosas
              
     sábado (20) – 16 horas
              Exibição do filme “O Livreiro de Santiago”, de José Medeiros
Onde: Casa da Memória de Florianópolis
           Rua Padre Miguelinho nº 58 – Centro
           (48) 3333-1322
Quanto: gratuito
          

Sobre José Medeiros

Natural da Ilha de São Miguel, nos Açores, José Medeiros é músico, ator, compositor e diretor de cinema. Conhecido no meio artístico como Zeca Medeiros, iniciou a carreira na música a bordo do navio Funchal, que fazia a ligação marítima entre as ilhas dos Açores e da Madeira. Tem vários discos lançados e algumas premiações na música, entre elas, o Prêmio Açores Música 2006.
         Zeca Medeiros trabalhou na Rede de Televisão Portuguesa (RTP) em Lisboa por quase três décadas, onde passou por várias funções. Com a chegada das transmissões de TV aos Açores, retornou à terra natal onde passou a desenvolver projetos audiovisuais. Entre suas obras destacam-se as séries “Mau Tempo no Canal”, “Xailes Negros”, “Balada do Atlântico”, “O Barco e o Sonho”.


Cena do filme  O livreiro

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 fonte:
FCFFC - Assessoria de Comunicação

Contatos para entrevista


Contatos para mais informações: 
Joi Cletison / Núcleo de Estudos Açorianos (NEA/UFSC)
(48)9982-8938

Luiz Moukarzel / Secretário de Cultura de Florianópolis
(48) 9907-7856

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Ciclo de Festas do Divino inicia neste sábado na Capital


         



Tradição de mais dois séculos, trazida pelos imigrantes açorianos, as celebrações em devoção ao Espírito Santo já movimentam alguns bairros em Florianópolis.  Neste sábado (9), às 9h30, comitivas de todas as comunidades festeiras da cidade reúnem-se em frente à Casa da Memória para um desfile de cortejos imperiais pelas ruas do Centro Histórico. A atividade marca a abertura do Ciclo de Festas do Divino na Capital.
Promovida pela Secretaria Municipal de Cultura e Fundação Franklin Cascaes, a programação inclui o encontro das bandeiras do Divino e apresentações culturais no Largo da Catedral. Além de comitivas das 14 comunidades que realizam a festa no município em 2015, o evento terá participação de representações das cidades de São José, Palhoça, Santo Amaro da Imperatriz e Governador Celso Ramos.
A concentração dos festeiros e devotos inicia às 9horas, na Rua Padre Miguelinho, em frente à Casa da Memória, onde será realizado o hasteamento da bandeira do Divino e a bênção dos pãezinhos para distribuição ao público durante o desfile pela região central.
O roteiro do cortejo inclui passagem pelas ruas Arcipreste Paiva, Felipe Schmidt (calçadão), Sete de Setembro, Conselheiro Mafra, Mercado Público, Praça XV de Novembro e Rua dos Ilhéus, retornando ao Largo da Catedral, onde os participantes se confraternizam. Em caso de chuva, a programação será transferida para o interior da Catedral Metropolitana.

Patrimônio cultural catarinense

Em atenção à Lei Municipal nº 8010/2009, que instituiu o Dia de Abertura das Festividades do Divino Espírito Santo em Florianópolis, a Fundação Franklin Cascaes promove a divulgação do calendário festivo de forma coletiva desde 2010. A iniciativa tem como objetivo valorizar e fortalecer essa manifestação cultural, que ocorre no período de maio a setembro.
 Além da capital catarinense, dezenas de municípios do litoral preservam essa tradição introduzida pelos açorianos que chegaram ao estado no século 18. Por conta disso, a festividade é registrada como patrimônio histórico, artístico e cultural de Santa Catarina pela Lei Estadual nº 15.731/2012.  
Em 2015, as primeiras Festas do Divino ocorrem em maio, nas comunidades do Estreito, Centro, Lagoa da Conceição, Ribeirão da Ilha e Trindade. Na sequência, o calendário festivo contempla ainda os bairros do Rio Tavares, Prainha e Monte Verde (junho); Pântano do Sul e Campeche (julho); Barra da Lagoa (agosto); Santo Antônio de Lisboa, Rio Vermelho e Canasvieiras (setembro). A programação completa do Ciclo do Divino 2015 está disponível no site da Secretaria Municipal de Cultura (www.pmf.sc.gov.br/entidades/cultura).

O Quê: Abertura do Ciclo do Divino Espírito Santo 2015
Quando: sábado (9 de maio) / das 9h às 12h
Onde: Rua Padre Miguelinho – Centro
            (em frente à Casa da Memória)
Quanto: gratuito
Desfile:
Concentração na Rua Padre Miguelinho – 9h
Saída do cortejo – 10h
Roteiro: Arcipreste Paiva, Felipe Schmidt (calçadão), Sete de Setembro, Conselheiro Mafra, Mercado Público, Praça XV de Novembro e Rua dos Ilhéus, retornando ao Largo da Catedral

FESTAS DO DIVINO / FLORIANÓPOLIS

Estreito - 15 a 17 de maio
Centro - 21 a 24 de maio
Lagoa da Conceição - 21 a 24 de maio
Ribeirão da Ilha - 22 a 24 de maio
Trindade - 27 a 31 de maio
Rio Tavares - 5 a 7 de junho
Prainha - 6 e 7 de junho
Monte Verde - 12 a 14 de junho
Pântano do Sul - 4 e 5 de julho
Campeche - 18 e 19 de julho
Barra da Lagoa - 28 a 30 de agosto
Santo Antônio de Lisboa - 1 a 6 de setembro
Rio Vermelho - 11 a 13 de setembro
Canasvieiras - 25 a 27 de setembro

FESTAS DO DIVINO / OUTROS MUNICÍPIOS

São José – 16 a 18 de maio
Santo Amaro da Imperatriz – 22 a 25 de maio
Palhoça – 30 e 31 de maio / 1º de junho
Governador Celso Ramos – 17 a 20 de Julho



quinta-feira, 16 de abril de 2015

Edital de licitação do Floripa Bike sai até o final do mês



Expectativa é a de que o serviço de compartilhamento e aluguel de bicicletas seja opção de transporte público na alta temporada

Florianópolis – 15/04/15

            A Prefeitura de Florianópolis vai lançar até o final do mês edital de licitação para a concessão do serviço de compartilhamento e aluguel de bicicletas, o Floripa Bike. A intenção da administração municipal é a de que o serviço comece a ser oferecido até o final do ano, de modo a ser mais uma opção de transporte público na próxima alta temporada.
                    De acordo com a autora do projeto, a arquiteta Vera Lúcia Gonçalves da Silva, do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (IPUF), a implantação de todo o projeto se dará em quatro fases, num período de três anos, totalizando 85 estações, 595 bicicletas e 1.190 suportes para “estacionamento” dos veículos. Em cada estação, serão sete bicicletas e 14 suportes.
               Definiu-se que o número de suportes será o dobro da quantidade de bicicletas de cada estação para que ela tenha condições de receber as que vierem de outros lugares.
         A princípio, o Floripa Bike vai contemplar três áreas da Capital: a região central, Coqueiros e  Trindade/Santa Mônica. Isto em razão da infraestrutura parcial de ciclovias de que dispõem, da baixa velocidade de trânsito permitida nestas regiões e por tratarem-se de “polos geradores de viagens”, tendo em vista o fluxo de estudantes universitários, por exemplo.
        Mas as áreas a serem beneficiadas com as bicicletas públicas poderão ser ampliadas, dependendo da avaliação do resultado obtido com o projeto piloto.

Fases

     A também chamada fase zero vai contar com 28 estações, 196 bicicletas e 392 suportes. Na fase um, serão mais 24 estações, 168 bicicletas e 336 suportes; na fase dois, outras 20  estações, 140 bicicletas e 280 suportes, e na fase três, mais 13 estações, 91 bicicletas e 182 suportes. 

Mais informações com a arquiteta Vera Lúcia Gonçalves da Silva no fone (48) 9960-5962

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Documentário Naufrágio encerra ciclo de debates do Café Antropológico


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         Um projeto de educação libertária implantado pelo professor Vilson ‘Neto’ Steffen na Barra da Lagoa é o tema da última edição do projeto Café Antropológico em 2014, na Casa das Máquinas, na Lagoa da Conceição. Com exibição do filme ‘Naufrágio’, de Alex Vaitali e Matias Godio, que aborda a vida e a obra do pedadogo falecido em 2010, o debate cultural coloca em pauta as transformações urbanas e sociais ocorridas na comunidade. A exibição acontece nesta terça-feira (9), às 20 horas, com entrada franca.
Após a apresentação do documentário, as discussões serão conduzidas pelo diretor Alex Vailati e o professor Antonio Alberto Brunetta, que ministra Metodologia de Ensino de Ciências Sociais na UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). O evento é organizado pelo NAVI (Núcleo de Antropologia Audiovisual e Estudos da Imagem) e pela Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes, em parceria com a Cinemateca Catarinense.

Educação para o pensamento

         Reunindo fotografias, pesquisas antropológicas e depoimentos de pessoas que conviveram com Steffen, o documentário ‘Naufrágio’ percorre a trajetória do pedagogo, que trabalhou na escola municipal da Barra da Lagoa. Em 52 minutos, o filme aborda as atividades e o pioneirismo do Professor Neto em difundir uma proposta de educação libertária, associada ao contato com a natureza e com a cultura dos moradores da localidade onde fixou residência no final da década de 1970.
         Na convivência com as crianças da comunidade, o professor percebeu a distância entre a abordagem educacional existente na época e a realidade vivida pelos estudantes. Passou então a desenvolver projetos na escola e fora dela, voltados a aproximar os alunos de práticas culturais e ecológicas.
Dedicou-se ao ensino em tempo integral, promovendo também oficinas de capoeira, coral, teatro, artes, entre outras ferramentas atrativas que fizeram da escola um local prazeroso, e ao mesmo tempo um espaço para reflexão sobre temas relacionados às raízes brasileiras e às origens da comunidade.  
Descontente com o desenvolvimento urbano que mudou a paisagem da Barra da Lagoa, a partir de dos anos 1990, atraindo o um grande fluxo turístico para a região, o Professor Neto afastou-se do convívio social, passando a viver em quase completo isolamento. Faleceu em 2010.


Serviço:

O Quê: Café Antropológico / Filme Naufrágio
              (Documentário, 52min, 2014)
Quando: terça-feira (9/12) – 20h
Onde: Casa das Máquinas
           Rua Henrique Veras do Nascimento, 50 – Lagoa da Conceição
           (48) 3232-1514
Quanto: gratuito

Veja o Trailer.
https://www.youtube.com/watch?v=eP2jrNh-OrY

Ficha Técnica

Direção: Alex Vailati e Matias Godio
Câmeras: Alex Vailati, Yuri Rosa Neves, Mauricio Muniz
Áudio: Maurizio Abate
Produção: Marina Moros, Cristhian Caje
NAVI (2014), 52 min.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

HISTÓRICA RODA DE CAPOEIRA DO VÃO DO MERCADO PÚBLICO É REPRIMIDA POR NOVOS COMERCIANTES

  

        Eu passava por acaso, no sábado passado, dia 01 de novembro no vão do Mercado Público.  Era  de manhã, caminhava em direção ao vão do espaço Cultural Luiz Henrique Rosa. Acho que estava com saudade das minhas idas ao Bar do Alvim que agora está lá em Palhoça... Pensei então,  mas nem tudo está perdido, vou conhecer a nova casa de carnes do seu Aurino que fica ali no vão e que me disseram que está muito bem instalada. Aí meu coração ficou mais alegre, pois ouvi uma  música tão familiar, de mais de 25 anos de rodas de capoeira do vão do Mercado. Porém para perplexidade minha, quando cheguei ao local vi uma comerciante, um funcionário/administrador, ou um burocrata qualquer e a polícia tentando tirar a tradicional roda de capoeira do local ...

Os flagrantes, as imagens e os sentimentos são dos próprios
 atores, ou se quiserem,  vítimas deste fato. Ou melhor ainda,
 os resistentes, pois eles continuaram ali, tranquilos,  
cantando, tocando e dançando,  pareciam mais budistas, 
dando um show de resistência e maturidade...
Marcio Vieira de Souza

 

     Mais informações: http://capoeiradailha.blogspot.com.br/ (fotos)


http://jocapoeira.wordpress.com/

Roda do Mercado: Lugar de Resistência!

Roda do Mercado.
Ilha de Santa Catarina.
Lugar de resistência!
Hoje esse lema fez mais sentido do que nunca.
Há mais de duas décadas gingando no Mercado Popular, ainda lutamos pelo direito de produzir cultura no Espaço Luiz Henrique Rosa.
O berimbau mal começou a tocar e a mulher (comerciante) já veio falar pra fazermos a roda em outro lugar. Em tom ameaçador disse que dali iria nos tirar.
Segurança, gente do Mercado, gente da prefeitura e até a polícia veio!
E com muita argumentação continuamos firmes com a roda.
E vamos continuar resistindo, gingando na roda, no espaço público, levando cultura para o povo, com a nossa arte Capoeira,  considerada Patrimônio Nacional, que encanta, mas que ainda não é valorizada pelos que têm poder.
Iê Viva a Capoeira!
Iê Viva o Mercado!

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Professoras da UFSC publicam artigo sobre o Bolsa Família em revista internacional



 


As professoras Mara Coelho de Souza Lago,  Rosana de Carvalho Martinelli Freitas e Elizabeth Farias da Silva, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), juntamente com Daniele Lopes L.Wohnlich, da Université de Lausanne (UNIL), Suíça, publicaram o artigo “La ‘Bolsa Família’ sur le terrain: réflexions sur deux déclinaisons locales du programme et sur leurs conséquences pour les femmes ” ( A Bolsa Família in loco: reflexões sobre duas versões locais  do programa e suas consequências para as mulheres)  na Revue Française des Affaires Sociales 2014/3 (nº3).
O artigo é produto de pesquisa interdepartamental e internacional sobre o Programa Bolsa Família, realizada em cooperação entre a UFSC (Brasil) e a UNIL  (Suiça) e teve como objetivo apresentar  resultados de suas pesquisas sobre o Programa, realizadas entre 2009 e 2012, nas cidades brasileiras de Fortaleza e Florianópolis situadas nas regiões Nordeste e Sul do país, com foco em questões de gênero e feministas.
Mais informações: Rosana de C Martinelli Freitas: